A Joaninha Vaidosa
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Hora do Conto - dia 6 de Fevereiro de 2010
Não percas esta semana a Hora do Conto na Tua Biblioteca!!!
Às 11:00h
na Biblioteca Municipal de Moura
No Pólo da Biblioteca de Santo Amador
às 16:00h
No Pólo da Biblioteca de Safara
às 16:00h
No Pólo da Biblioteca de Santo Aleixo
às 16:00h
No Pólo da Biblioteca de Amareleja
às 16:00h
No Pólo da Biblioteca de Sobral da Adiça
às 16:00h
No Pólo da Biblioteca da Póvoa de São Miguel
às 16:00h
LÇKlj
Vem e traz um amigo também...
Rosa Lobato Faria
A actriz, escritora e compositora Rosa Lobato Faria, de 77 anos, faleceu ontem depois de ter sido internada há uma semana com uma anemia grave num hospital privado de Lisboa.A escritora (poeta e romancista) e actriz nasceu em Lisboa em abril de 1932. O seu primeiro romance, "O Pranto de Lúcifer", foi editado em 1995, mas publicara já antes vários volumes de poesia - como "Os Deuses de Pedra" (1983) ou "As Pequenas Palavras" (1987). O essencial da sua poesia está reunido no volume "Poemas Escolhidos e Dispersos" (1997). Em 1999, na ASA, publica "A Gaveta de Baixo", um longo poema inédito acompanhado por aguarelas do pintor Oliveira Tavares.
Como romancista publicou ainda "Os Pássaros de Seda" (1996), "Os Três Casamentos de Camilla S." (1997), "Romance de Cordélia" (1998), "O Prenúncio das Águas" (1999, que foi Prémio Máxima de Literatura em 2000) e "A Trança de Inês" (2001). Escreveu também "O Sétimo Véu" (2003), "Os
Linhos da Avó" (2004), "A Flor do Sal" (2005), "A Alma Trocada" (2007) e "A Estrela de Gonçalo
Enes" (2007), além de ter assinado vários livros infantis. Os dois primeiros romances tiveram tradução na Alemanha e "O Prenúncio das Águas" foi publicado em França pelas Éditions Métailié. O seu último livro, "As Esquinas do Tempo", foi publicado em 2008 pela Porto Editora.
Como actriz, Lobato Faria integrou o elenco da primeira novela portuguesa, "Vila Faia" (1983), e trabalhou com Herman José em "Humor de Perdição" também como argumentista. Filmou com João Botelho ("Tráfico, de 1998, e "A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América", de 2003). Foi também dirigida por Lauro António em "Paisagem Sem Barcos" (1983) e "O Vestido Cor de Fogo" (1986). Estreou-se como locutora na RTP na década de 1960.
Escreveu ainda dezenas de letras para canções, muitas delas para festivais da canção. Entre elas o conhecido "Chamar a Música", interpretado por Sara Tavares.
Na Biblioteca Municipal pode encontrar:
kljjk








O livro fechado

Na passada quinta-feira à noite, realizou-se um encontro "Conversas com histórias e estórias" na Biblioteca Municipal de Moura, no âmbito da Semana da Comunidade Educativa. Casa cheia e destaque para a interpretação que Animadora Elsa Carapinha, funcionária da Biblioteca, fez do Livro Fechado de António Torrado:
Era uma vez um livro. Um livro fechado. Tristemente fechado. Irremediavelmente fechado.
Nunca ninguém o abrira nem sequer para ler as primeiras linhas da primeira página das muitas que o livro tinha para oferecer.
Quem o comprara trouxera-o para casa e, provavelmente insensível ao que o livro valia, ao que o livro continha, enfiara-o numa prateleira, ao lado de muitos outros.
Ali estava. Ali ficou.
Um dia, mais não podendo, queixou-se:
— Ninguém me leu. Ninguém me liga.
Ao lado, um colega disse:
— Desconfio que, nesta estante, haverá muitos outros como tu.
— É o teu caso? — perguntou, ansiosamente, o livro que nunca tinha sido aberto.
— Por sinal, não — esclareceu o colega, um respeitável calhamaço. — Estou todo sublinhado. Fui lido e relido. Sou um livro de estudo.
— Quem me dera essa sorte — disse outro livro ao lado, a entrar na conversa. — Por mim só me passaram os olhos. Página sim, página não… Mas, enfim, já prestei para alguma coisa.
— Eu também — falou, perto deles, um livrinho estreito. — Durante muito tempo, servi de calço a uma mesa que tinha um pé mais curto.
— Isso não é trabalho para livro — estranhou o calhamaço.
— À falta de outro… — conformou-se o livro estreitinho.
Escutando os seus companheiros de estante, o livro que nunca fora aberto sentiu uma secreta inveja. Ao menos, tinham para contar, ao passo que ele… Suspirou.
Não chegou ao fim do suspiro, porque duas mãos o foram buscar, ao aperto da prateleira. As mãos pegaram nele e poisaram-no sobre uns joelhos.
— Tem bonecos esse livro? — perguntou a voz de uma menina, debruçada para o livro, ainda por abrir.
— Se tem! Muitos bonecos, muitas histórias que eu vou ler-te — disse uma voz mais grave, a quem pertenciam as mãos que escolheram o livro da estante.
Começou a folheá-lo, e enquanto lhe alisava as primeiras páginas, foi dizendo:
— Este livro tem uma história. Comprei-o no dia em que tu nasceste. Guardei-o para ti, até hoje. É um livro muito especial.
— Lê — pediu a voz da menina.
E o pai da menina leu. E o livro aberto deixou que o lessem, de ponta a ponta.
Às vezes vale a pena esperar.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Hora do Conto - dia 23 de Janeiro 2010
Este Sábado não percas mais uma história na tua Biblioteca!!!

Às 11:00h na Biblioteca Municipal de Moura

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Sobral da Adiça

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Santo Amador

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Amareleja

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca da Póvoa de São Miguel

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Santo Aleixo da Restauração

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Safara

Às 11:00h na Biblioteca Municipal de Moura

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Sobral da Adiça

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Santo Amador

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Amareleja

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca da Póvoa de São Miguel

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Santo Aleixo da Restauração

Às 16:00h no Pólo da Biblioteca de Safara
sábado, 16 de janeiro de 2010
Chibos Sabichões
A Hora do Conto atrai cada vez mais crianças à Biblioteca de Moura aos sábados de manhã...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
A prisão do Silêncio
O vento da Lua
Onde reside o amor
Ciclo de 7 Histórias
Não percas, sábado dia 16 de Janeiro na tua Biblioteca!

Ano Novo Histórias Novas

Às 11:00h na Biblioteca Municipal de Moura
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Não sei nada sobre o amor
Júlia Pinheiro
.Quando desceu ao riacho, mantilha na cabeça e coração aos pulos, Maria da Glória não sonhava que aquele encontro fortuito com o macho da aldeia iria marcar para sempre a sua vida. Esperava sair dali com namoro anunciado e quem sabe até casamento marcado. Saiu à pressa, com roupa ensaguentada, as entranhas viradas e a semente de Maria da Purificação na barriga. Estava lançado o destino das mulheres desta família na qual as palavras prazer, carinho,paixão e amor permanecerão para sempre um mistério.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
































